23/09
2013
Trabalho de Literatura 6° ao 9° ano – 2013


Trabalho de Literatura 6° ao 9° ano

Centenário Rubem Braga

 

Pesquise sobre Rubem Braga para responder as questões. Faça em

uma folha de papel almaço, contendo o cabeçalho completo e copie as

perguntas para responde-las.

1) Quem foi Rubem Braga?

2) Por que também é conhecido como “O Fazendeiro do Ar” ?

3) Por que Rubem Braga tornou-se famoso?

4) Qual foi seu primeiro livro de crônicas?

5) Em que época e lugar Rubem Braga foi embaixador?

6) O que é um embaixador? Que poderes tem?

7) Escolha uma das frases de Rubem Braga, que estão abaixo, e

transcreva-a em uma folha sulfite, faça uma ilustração sobre o que você

sentiu ao ler ou do que gostou.

Faça com bastante capricho.

Bom Trabalho!
 

Esse trabalho deverá ser entregue no dia 1° de outubro para a professora Jô.

• “Sempre tenho confiança de que não serei maltratado na porta do

céu, e mesmo que São Pedro tenha ordem para não me deixar entrar,

ele ficará indeciso quando eu lhe disser em voz baixa: ‘ Eu sou lá de

Cachoeiro… ‘”

• “Há um grande vento frio cavalgando as ondas, mas o céu está limpo e

o sol muito claro. Duas aves dançam sobre as espumas assanhadas. As

cigarras não cantam mais. Talvez tenha acabado o verão.”

• “[ No Dia do Trabalho ] A ordem foi mantida. Os operários não

permitiram que a polícia praticasse nenhum distúrbio.”

• “Tudo o que nos separava subitamente falhou”

• “A mulher entrou no meu escritório com um sorriso muito amável e olhos

muito azuis.”

• É flor! É inacreditável como a mulher se parece com a flor. Fixemos uma

flor. Sabemos o que é como nasceu, e que morrerá. Mas nossa botânica

não explica a frescura desse milagre; nem muito menos porque nos

emociona.

• “Sou um homem quieto, o que eu gosto é ficar num banco sentado,

entre moitas, calado, anoitecendo devagar, meio triste, lembrando umas

coisas, umas coisas que nem valiam a pena lembrar.”

• “Acordo cedo e vejo o mar se espreguiçando; o sol acabou de nascer.

Vou para a praia; é bom chegar a esta hora em que a areia que o mar

lavou ainda está limpinha, sem marca de nenhum pé. A manhã está

nítida no ar leve; dou um mergulho e essa agua salgada me faz bem,

limpa de todas as coisas da noite.”

• No fundo, talvez não seja muito bom negócio vender a alma. A alma,

às vezes, faz falta. Se a velhice tem alguma coisa abençoada é permitir

essas amizades realmente isentas de malícia. Sentimento tranquilo, sem

ciúme. Mas ainda assim com uma delicadeza toda especial, com um

sabor lírico muito leve.

• Ultimamente tem passado muitos anos.

• Crônica é viver em voz alta

• “Às vezes, ao dobrar uma semana ou quinzena, às vezes dá uma

aragem. Dá, sim; dá, e com sobra e água fresca. E quem vo-lo diz é

quem já pegou muito sol nos desertos e muito mormaço nas charnecas

da existência.

• “Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de

repente um ataque de pudor, me surpreendendo, assim, a escolher um

pano colorido para amarrar no pescoço.”

• “Pode-se criticar de muitos modos a cidade de Paris, mas acho

indiscutível que é uma boa cidade para se falar sozinho na rua, mesmo

em português.”

• “Sou do tempo em que todos os telefones eram pretos e todas as

geladeiras eram brancas.”


Autor: Orientação
Categoria: Destaque, Unid. 1 - 6º ano ao 9º ano

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